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No
marketing político há consenso sobre a questão do tempo. Uma
campanha política tem dia para começar, dia para terminar e
não há premiação para o segundo lugar.
A
velocidade e agilidade com que se recebe as informações podem
ser o diferencial entre o sucesso e a derrota em um pleito
eleitoral. Além disso, as informações têm que estar
disponíveis, no formato correto e no tempo certo, para
permitir a intervenção sobre os fatos enquanto eles estão
acontecendo. Elas devem ainda criar facilidades objetivas para
a rápida tomada de decisões. Assim é da maior importância a
utilização, de forma estratégica, de todas as ferramentas de
comunicação em uma campanha eleitoral. Nesse aspecto o
telemarketing, adaptado às necessidades da campanha,
destaca-se como uma dos mais importantes instrumentos de
integração entre o eleitor e o candidato.
A
utilização do telemarketing, hoje é perfeitamente ajustável a
qualquer orçamento de campanha. Isso se deve à democratização
dos sistemas de telecomunicações e às vantagens trazidas pela
privativazação e pela evolução da tecnologia da informação no
campo da comunicação. Ainda em crescimento, a base de
telefones já instalada no Brasil já atinge hoje a 69% do
eleitorado do País e com uma projeção de atingir nas eleições
de 2002 a 79%.
A
utilização do telefone, como mídia é uma questão de
criatividade e de desejo de monitoramento e intervenção
positiva junto aos eleitores. Na verdade, o telefone, aliado à
experiência e à tecnologia, pode ser transformado em um
instrumento que permitirá ao candidato dar ao eleitor o que
ele mais cobra de um político: Atenção.
O telefone
além de permitir a coordenação da campanha, ter de forma
rápida, precisa e confiável informações sobre as necessidades
do eleitor, para que a comunicação do candidato seja ajustada
e dirigida aos anseios do eleitor, permite também se acoplado
a uma rede de computadores dotar a candidato de um poderoso
canal de divulgação institucional de sua campanha
O uso
inteligente do telefone transforma o telemarketing na bússola
da campanha eleitoral. Ele multiplica a voz do candidato e
permite-lhe escutar o que os eleitores têm a dizer,
aproximando-o dos problemas do eleitorado de forma
regionalizada e estreitando o seu relacionamento com sua base,
o que é fundamental para qualquer campanha eleitoral.
Assim, o
telefone utilizado como mídia e a tecnologia da informação
como ferramenta, é um fator de destaque, pois está direcionada
à busca da eficiência e obtenção de resultados confiáveis, em
tempo real; o que torna possível à checagem de rotas e
estratégias de atuação. O telefone está se configurando como o
meio de comunicação interativa mais rápida e seguro disponível
hoje.
Mas a
escolha do fornecedor dos serviços tem o maior peso. Dele,
devem ser exigidos experiência, qualidade, agilidade,
criatividade e envolvimento. Além de se avaliar o nível e o
grau de contribuição que ele poderá proporcionar na formulação
da estratégia e no desenvolvimento da própria campanha.
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